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22/11/2021 - 09:00 - 18:00
PE41 - Epidemiologia social e determinantes sociais em saúde (TODOS OS DIAS)

33747 - ANÁLISE DA INCIDÊNCIA DE SÍFILIS CONGÊNITA RELACIONADO À ESCOLARIDADE EM SERGIPE.
LUCAS SANTOS SILVA - UFS, EROM LUCAS ALVES FREITAS - UFS


Objetivo: Avaliar da incidência de sífilis congênita em população com menor escolaridade do estado de Sergipe entre 1998 e 2019.
Metodologia: estudo ecológico descritivo temporal de indicadores da incidência de sífilis congênita em população com menor escolaridade do Estado de Sergipe, de 1998 a 2019. Foi utilizado o banco de dados Indicadores e Dados Básicos da Sífilis nos Municípios Brasileiros, sendo avaliadas as variáveis faixa etária da mãe, escolaridade da mãe, realização de pré-natal e raça.
Resultados: entre os anos de 1998 e 2019 foram analisadas 3.822 mães de acordo com sua escolaridade, sendo 2,8% (n=108) delas analfabetas, 14,9% (n=571) 1ª a 4ª série incompleta, 6,3% (n=239) 4ª série completa, 37,8% (n=1444) 5ª a 8ª série incompleta, 6,0% (n=299) fundamental completo, 8,5% (n=323) médio incompleto, 8,1% (n=309) médio completo, 0,7% (n=26) superior incompleto, 0,9% (n=35) superior completo, 0,3% (n=10) não se aplica e 13,8% (n=528) dos casos ignorados. No caso da faixa etária da mãe, 1.942 (50,8%) estão entre 20 e 29 anos e avaliando a etnia, 2.768 (83,9%) são pardas. 75,0% (n=2.865) fizeram pré-natal.
Conclusão: conclui-se que o grau de escolaridade materna é um fator de influência na identificação e tratamento da sífilis congênita, assim como também, fator preventivo na incidência da doença.

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